Sou um poeta.
Não preciso de diálogo,
Sou as palavras.
Não preciso da razão,
Sou a loucura.
Não preciso de paixão,
Sou o amor.
Não preciso do tédio,
Sou a tristeza.
Não preciso da noite,
Sou as estrelas.
Não preciso de esperança,
Sou o sonho.
Mas, quando te vi,
Perdi as palavras.
Nunca mas enlouqueci.
Esqueci o amor.
Não fique mais triste.
Apaguei as estrelas.
Acordei do sonho.
Sou homem novamente.
Autor: Prof. PEDRO MARCOS DE SOUZA

Nobre amigo. Ao poeta foi dado o direito de ser tudo o que quer, de sentir todos os sentimentos, de amar todos os amores, mas também foi legado a ele a obrigação de sentir todas as dores.
ResponderExcluirO poeta é livre como as asas do vento, é misterioso como as águas abissais dos oceanos.
Parabéns pelo belo poema.
Belo poema professor, gostei muito.
ResponderExcluirRoberta
Muito interessante como o eu-lírico define ser homem e ser poeta neste poema,concordo plenamente...Posso estar errada na interpretação,mas ser homem para o eu-lírico é estar insento de sentimentos ,talvez se fóssemos poetas e não simplesmente homens "os nossos sonhos continuariam vivos,nossas estrelas acessas..."Acredito que posso deduzir muito a respeito do autor através deste poema.
ResponderExcluirLindo muito lindo!!!
Thaís Araújo