Exalto-te ó máquina
Por toda exuberância e grandeza,
Por toda rapidez e “inteligência”.
Aplaudo-te de pé,
Ó máquina que faz brilhar
Os olhos de tantos.
Deusa da velocidade e do conhecimento
Só a te é que devo toda honra
E toda a minha admiração.
Vangloriar-te é uma das minhas
Maiores preferências,
Tu és inigualável.
Autora: LUCIANA FERNANDA BORGES DA SILVA. Aluna do 3º Ano Gris
Produção Poética com orientação da professora Nagaéte Almeida

Nobre Luciana.
ResponderExcluirNão esqueça que a máquina é criação do homem. O criador não deve vangloriar a criação.
As máquinas, mesmo grandiosas, fantásticas, exuberantes, não passam de máquinas.
Abraços.
Parabéns, o seu poema é lindo. Abraços.
ResponderExcluirParabéns Lu, pela construção poética muito bela!
ResponderExcluirNagaéte Almeida
Muito bem colocado Luciana, o homem deu origem a um objeto muito surpreendente.
ResponderExcluir