É sábado, folga.
O dia todo em casa.
Acordo...
Ar puro, liberdade, televisão,
Celular, computador.
Ah! Liberdade...
O mundo bem pertinho.
Não?
O computador não ligou,
O celular está mudo.
Liga a televisão,
Liga! Vai!
Faltou luz, faltou energia,
Não há eletricidade.
Estou só: há um silêncio.
O computador está em silêncio.
A televisão em silêncio.
O celular está em silêncio.
O que fazer?
Aonde ir?
Que falta de ar, de energia...
Estou morrendo...
Não sei conversar, sei digitar.
Uma caminhada para passar o tempo,
Ah! Esteira funciona a energia.
Caminhar lá fora é perigoso.
Que falta de ar!
Ando prá cá,
Corro prá lá.
Que agonia!
Estou sufocada!
A luz acendeu!
Há barulho, músicas.
A televisão ligou,
O computador também.
A vida continua...
Autora: MIRELA ANDRADE DIAS FERREIRA. Aluna do 3º Ano Gris
Produção Poética com orientação da professora Nagaéte Almeida

Querida Mirela.
ResponderExcluirCertamente que na sociedade atual que vivemos e no estágio de desenvolvimento que a indústria de bens de consumo estão, não vejo a sociedade sobreviver sem a energia elétrica. O nível de dependência da eletricidade que atingimos nos aprisiona num ciclo que, se o homem não desenvolver novas fontes naturais de energia, certamente entrará em colapso. Pois, enquanto mais a sociedade evoluir e se desenvolver, mais e mais energia será necessária para manter o consumo, tanto na produção dos bens, como na utilização deles no consumidor final.
Seu poema é ímpar, original, diria, perfeito. Continue escrevendo.
Abraços.
Perfeito! Lindo, Lindo...
ResponderExcluirParabéns, o seu poema é lindo. Abraços.
ResponderExcluirOi minha linda, adorei seu poema. Ele expressa exatamente como o ser humano ficou dependente das máquinas e do mundo "moderno". Continue expressando suas ideias e sensibilidades através do universo das palavras. Nagaéte Almeida.
ResponderExcluirMuito lindo o poema,realmente a sociedade está presa nesta liberdade moderna.
ResponderExcluirParabéns pelo senso crítico.
Thaís Araújo